Abstração se destaca em mostras em SP

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Depois da grande retrospectiva dedicada a Victor Brecheret (1894-1955), que se encerra em 28 de maio, a Galeria de Arte André sediará uma exposição de fôlego com foco na abstração. A coletiva tem abertura prevista para 21 de junho. Na trajetória de mais de seis décadas, o espaço sempre foi lócus privilegiado na exibição de nomes da corrente. Nesse sentido, nipo-brasileiros se destacam, como Manabu Mabe (1924-1997), Tikashi Fukushima (1920-2001), Kenji Fukuda (1943-2021) e Kazuo Wakabayashi (1931-2021), entre outros. O abstrato geométrico vem representado por telas e gravuras de Eduardo Sued, Herton Roitiman e José Munhoz.

Canto de inverno, 1989 | Tikashi Fukushima

 

Destaques no tridimensional com tal estilo também serão apresentados, por meio de produções de nomes de variadas gerações, como os contemporâneos Cássio Lázaro e Valdo Kerpen, além de artistas consagrados e já históricos, como Bruno Giorgi (1905-1993). Também serão contemplados nomes emergentes do circuito que trabalham nesse escopo.

Sem título, 1972 | Manabu Mabe

 

No circuito paulistano, também se destaca outra exposição de porte sobre artista com ênfase na abstração. Samson Flexor: Além do Moderno fica em cartaz no MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo) até 26 de junho com cerca de cem trabalhos, entre pinturas, desenhos e gravuras. Nascido na Moldávia, Flexor (1907-1971) se radica no Brasil em 1948 e é um dos expoentes do movimento no Brasil, com forte presença didática, formando nomes relevantes como Norberto Nicola (1930-2007) e Wega Nery (1912-2007), entre outros.

Pássaros, 1968 | Samson Flexor

Realidade

Realidade

Canto de inverno

Canto de inverno

Sem título

Sem título

Ocre

Ocre

Labareda

Labareda

Sem título ( azul, vermelho, verde e ocre )

Sem título ( azul, vermelho, verde e ocre )

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