Galeria | Galeria de Arte André

A Galeria

Fundação

Fundação


Fundada em 1959 pelo imigrante de origem romena André Blau (1930-2018), a Galeria de Arte André tem mais de seis décadas de atuação no mercado brasileiro de arte, com atividade plena nas diversas fases desse circuito. Em 1959, há a instalação do primeiro espaço, na avenida Vieira de Carvalho, 144, Centro de SP, que perdura até o começo dos anos 80. Em 1974, ganha outro espaço na alameda Jaú (também funcionando até os anos 80). Teve um edifício somente dedicado ao tridimensional na alameda Gabriel Monteiro da Silva, aberto de 1988 a 2018. Hoje, a galeria está sediada nos Jardins, na confluência da avenida Rebouças, rua Estados Unidos e alameda Gabriel Monteiro da Silva, destacando-se na paisagem paulistana pelo edifício com grandes vitrines enquadradas por estruturas em vermelho. Tal sede foi inaugurada em 1982, com exposição individual de Fulvio Pennacchi (1905-1992).

Atualidade


Por meio da atuação de sua diretora, Juliana Blau, a Galeria de Arte André ancora sua intensa atividade dentro do circuito de arte na história do espaço, que foi abrigo seguro para dezenas de artistas hoje indissociáveis da história da arte brasileira. E não deixa de se abrir ao novo, representando nomes recentes de arte contemporânea, alguns também com fortes relações com movimentos, tendências e estilos presentes no elenco de artistas da André. A galeria tem forte acervo em variadas linguagens das artes visuais, como a pintura, o tridimensional, a gravura, o desenho e a fotografia, entre outras. É atuante na aquisição de obras em consonância com o rico acervo que possui. Promove exposições de fôlego, coletivas e individuais, assinadas por curadores e críticos de renome, registrando tal esforço na produção de catálogos e material exclusivo para os meios digitais.

Atualidade
Artistas

Artistas


Desde a fundação, a Galeria de Arte André contempla produções e nomes diversos, mas algumas tendências podem ser destacadas. O hiper-realismo, o surrealista, o fantástico e o ingênuo/espontâneo, mas também o acadêmico, o abstrato, o realizado por artistas de origem estrangeira (notadamente de grupos importantes como o nipo-brasileiro e o Santa Helena). Gêneros tradicionais são contemplados por ótimas peças de paisagem, natureza-morta e retrato. Egressos do modernismo também têm representatividade no acervo.

Assim, entre numerosos nomes, podem ser citados Vicente do Rego Monteiro (1899-1970), Cicero Dias (1907-2003), Portinari (1903-1962), Guignard (1896-1962), Pancetti (1902-1958),  Di Cavalcanti (1897-1976),  Victor Brecheret (1894-1955), Bruno Giorgi (1905-1993), Xico Stockinger (1919-2009), Elvio Becheroni (1934-2000), Domenico Calabrone (1928-2000),  Sonia Ebling (1918-2006), Eliseu Visconti (1866-1944), Augustin Salinas y Teruel (1868-1923), Manabu Mabe (1924-1997), Tikashi Fukushima (1920-2001), Aldemir Martins (1922-2006), Burle Marx (1909-1994), Carlos Scliar (1920-2001), José Moraes (1921-2003), Aldo Bonadei (1906-1974), Jenner Augusto (1924-2003), Francisco Rebolo (1902-1980), Darcy Penteado (1926-1987), Clovis Graciano (1907-1988), Jorge Mori (1932-2018), Fulvio Pennacchi (1905-1992), Ernesto Di Fiori (1884-1945), Dario Mecatti (1909-1976), Fang (1931-2012), Tomie Ohtake (1913-2015), Octávio Araújo (1926-2015), Vito Campanella, Sônia Menna Barreto, Inos Corradin, Iracema Arditi, Sérgio Ferro, Antonio Augusto Marx, Raquel Taraborelli, Michinori Inagaki, Cássio Lázaro e João César de Melo.  

Foto 360