Exposição de Bianco é prorrogada e segue até sábado, dia 14

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Dando sequência ao programa de Monográficas, a obra reavaliada desta vez é a de Enrico Bianco (1918-2013). A mostra foi prorrogada e segue até sábado, dia 14 de novembro. Nascido em Roma, o artista sai da capital italiana e se radica no Rio de Janeiro, onde torna-se assistente de Candido Portinari (1903-1962). Na função, participou da feitura de importantes trabalhos do consagrado pintor paulista, como os grandes murais Guerra e Paz (1953-1956), um dos destaques do edifício-sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York. Em 1982, ganha retrospectiva no Masp (Museu de Arte de São Paulo) e no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio.

Na Galeria de Arte André, o artista teve individual em 1997, exibindo óleos sobre placa em que explorava naturezas-mortas, paisagens marinhas e panoramas maiores centrados em figuras populares e trabalhadores. Colheitas, jangadas e rebanhos, por exemplo, são foco de composições de apurado trabalho cromático e de formas e volumes. “Já não nos interessa exatamente o motivo do qual parte o artista ou o seu estímulo visual, mas a criação de um universo único e particular. Enrico Bianco não faz flores, mulheres ou boiadas, mas pintura”, escreve o crítico Jacob Klintowitz sobre a produção do artista à época, no catálogo da referida exposição na André. A visitação se dá mediante as medidas de precaução decorrentes da pandemia de Covid-19.

 

 

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