Ana Augusta Silveira mobiliza energias em grandes telas
Publicado em:
A Galeria de Arte André apresenta a primeira individual de Ana Augusta Silveira (São Paulo, 1977) no seu espaço. Cores que curam tem curadoria de Octávio Guastini e texto de Mario Gioia. A mostra abre a temporada 2026 do espaço e será aberta em 14 de março.
Ana Augusta Silveira, Sem Título - Acrílica sobre tela
O recorte apresenta mais de 20 telas realizadas entre 2025 e este ano em que a artista comprova sua grande mobilidade pelo campo da abstração. Com cromatismo intenso e desenvoltura pelas grandes escalas, em especial, Ana Augusta incorpora novas estratégias plásticas na exposição, como o uso do branco como fundo. Numa espécie de arqueologia visual, em que as camadas pictóricas se acumulam e, ao mesmo tempo, se transformam, a artista discorre com suas próprias ferramentas e estratagemas específicos sua relação com o mundo.
Ana Augusta Silveira, Sem Título - Acrílica sobre tela
“Ver como experiência, olhar como presença, contemplar como possibilidade de silêncio e reorganização interna”, diz ela, que tem como um dos eixos de investigação conceitual a aproximação com a psicanálise. “As telas não representam o mundo exterior nem propõem significados fechados.”
Ana Augusta Silveira, Sem Título - Acrílica sobre tela
Fotos
Compartilhe






